Doação de sangue, tipo LGBT.

Enquanto a doação de sangue por Homossexuais é proibida em quase todo mundo, os Homossexuais da Suécia poderão doar a partir de março de 2010.   

Além de preencherem um questionário com diversas questões que atestam a condição saudável – comum para todos os doadores -, os Homossexuais precisam afirmar que não tiveram relações sexuais no último ano.   

As autoridades sanitárias do país anunciaram a novidade no dia 1º de Dezembro, por ser o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS.

Na maioria dos países, os Homossexuais, Bissexuais, Travestis e Transexuais são considerados grupos de risco para infecções e doenças sexualmente transmissíveis, motivando a proibição para doarem sangue.





NOTA DE ESCLARECIMENTO    

1. As reações contrárias ao beijo da campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids 2009, mesmo que isoladas, indicam que ainda há um grande caminho para se percorrer sobre o tema do preconceito e da discriminação contra as pessoas soropositivas. Informações incorretas como a de que o beijo transmite o HIV só colaboram para aumentar o estigma que cerca a doença e para negar a essas pessoas o convívio social pleno.     

2. Ao contrário do que alguns veículos de comunicação noticiaram desde o lançamento da campanha, beijo na boca não transmite o vírus da aids. Líquidos corporais, tais como suor, lágrima e saliva concentram apenas anticorpos contra o HIV e partículas virais não infectantes (fragmentos de proteínas virais).       

3. As formas de transmissão do HIV, cientificamente comprovadas até o momento, são por meio do contato direto com fluidos genitais masculinos e femininos (sexo vaginal, anal ou oral desprotegidos), pelo sangue (transfusão de sangue não testado e pelo compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas) e pelo aleitamento materno quando a mãe vive com o HIV.

5. Não existe nenhum caso descrito na literatura científica em todo o mundo que comprovadamente tenha demonstrado que o beijo transmitiu o HIV.

6. Nesse sentido, as campanhas e ações de prevenção da transmissão do vírus devem ser direcionadas para as reais exposições de risco. Qualquer mensagem que reforce o preconceito contra soropositivos deve ser desmistificada.

7. Foi com base nessas evidências científicas que o Ministério da Saúde optou por usar o beijo como símbolo da aceitação, do acolhimento e da proximidade, perfeitamente possíveis entre casais sorodiscordantes – quando só um dos parceiros é soropositivo.

Mariângela Simão 
Diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais       
Ministério da Saúde



 

                 

O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi criado para relembrar o combate à doença e despertar nas pessoas a consciência da necessidade da prevenção, aumentar a compreensão sobre a síndrome e reforçar a tolerância às pessoas infectadas.Foi a Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu a data de 1º de dezembro. A decisão foi tomada em outubro de 1987. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1988, por decisão do Ministério da Saúde.

A cada ano, diferentes temas são abordados, destacando importantes questões relacionadas à doença. Em 1990, por exemplo, quando a Aids ainda era mais disseminada entre os homens, o tema foi "A Aids e a Mulher". Em 1997, foi a vez de as crianças infectadas serem lembradas. 

Saiba mais: www.aids.gov.br


 
                  Vacina contra vírus HIV

          hiv



BANGCOC - Pela primeira vez, uma vacina experimental evitou a infecção pelo vírus da Aids, um acontecimento que é um divisor de águas no combate à epidemia e com um resultado surpreendente.

A vacina cortou o risco de infectar-se com o vírus HIV em mais de 31% dos 16 mil voluntários da Tailândia, que participaram do maior teste já realizado no mundo com uma vacina contra a Aids, anunciaram pesquisadores nesta quinta-feira em Bangcoc.

O diretor do instituto, o médico Anthony Fauci, advertiu que este não é o fim do caminho, mas destacou que estava surpreso e muito satisfeito com o resultado.

"Levará tempo e recursos para analisar e compreender os dados em sua totalidade, mas existe pouca dúvida de que este descobrimento revitalizará o campo da vacina da Aids". Este dia marca um fato histórico - disse Mitchell Warren, diretor executivo da Coalizão para a Propagação de uma vacina para a Aids, um grupo internacional que tem trabalhado para o desenvolvimento de uma vacina.

O Ministério de Saúde Pública da Tailândia dirigiu o estudo, o qual utilizou cepas do HIV comum na Tailândia. Não se sabe se tal vacina funcionaria contra outras cepas nos Estados Unidos, África e outras regiões, destacaram os cientistas.

Todos os dias cerca de 7.500 pessoas se infectam no mundo com o vírus HIV e dois milhões de pessoas morreram de Aids em 2007, calcula a agência da ONU encarregada da matéria, a ONUSIDA. 




Onde fazer o teste do HIV/Aids?

DISTRITO FEDERAL
Brasília

 CTA/COAS - BrasíliaCSB – 11/ Centro de Referência
SGAN 905 – Lote D
CEP 70790-050 - Plano Piloto - Brasília - DISTRITO FEDERAL
TEL.: (61) 3374 6997
(61) 32743155
FAX: 32748118
 CTA - Hospital Regional da Asa Sul
Rodoviária do Plano Piloto – Plataforma do Meio
CEP 70089-900 - Plano Piloto - Brasília - DISTRITO FEDERAL
TEL.: (61) 33256079
(61) 33256708
FAX: 33256711
E-mail:
dstctadf@yahoo.com.br

Ceilândia

 CTA - Ceilândia CSC – 01 Centro de Referência
QNM 17 - Área Especial nº 01
CEP 72215170 - Ceilândia - Ceilândia - DISTRITO FEDERAL
TEL.: (61) 33714458
(61) 33711482
FAX: 3324191

Gama

 CTA - GamaCentro de Saúde Gama / Centro de Referência de DST/Aids
Q 38 – Área Especial – Central – Lado Leste. Lote 38
CEP 72405-380 - Gama - DISTRITO FEDERAL
TEL.: (66) 3556 5111
FAX: 3556 6478

Planaltina

 CTA - CSI de Planaltina / CS – Nº 01
Área Especial Vias NS / W L 4
CEP 73.310-000 - Planaltina - DISTRITO FEDERAL
TEL.: (61) 3389 1412
FAX: 3389 4408

Taguatinga

 CTA - Unidade Mista de Saúde / Taguatinga - Unidade Mista de Saúde
C-12. Área Especial 1/2.
CEP 72010-120 - Centro - Taguatinga - DISTRITO FEDERAL
TEL.: (61) 3563 3270
Acesse o site aids.org e saiba mais!

Distrito Federal apresenta plano de combate à Aids

19 de junho de 2009

Homossexual masculino é o foco do plano apresentado pela Secretaria de Saúde.

A Gerência de DST/Aids da Secretaria de Saúde do Distrito Federal preparou um plano de ações adaptado à realidade da população local, com a meta de diminuir a transmissão do vírus HIV e aumentar a conscientização entre gays, homens que fazem sexo com homens (HSH) e travestis.
O Plano Distrital de Enfrentamento da Epidemia de Aids e outras DSTs, que está em fase de conclusão, será apresentado à equipe técnica do Ministério da Saúde no dia 29 de junho, às 8h, no auditório do Hospital Dia – Unidade Mista de Saúde da Regional Sul, EQS 508/509.

O plano identifica uma série atividades e metas a serem cumpridas como, por exemplo, a realização de cursos e oficinas de sensibilização, construção de um sistema de denúncias contra a violência aos direitos humanos e produção de material impresso, com objetivo de nortear as ações de combate às DSTs/Aids, com atividades específicas para que os profissionais de saúde tenham melhores subsídios para sensibilizar o público gay, HSH e travestis a adotarem as medidas de segurança contra essas doenças, como o uso da camisinha e o não compartilhamento de seringas.

O Plano do DF foi construído a partir de uma oficina de dois dias de duração com o envolvimento de setores do GDF, Programa Nacional de DST/Aids e sociedade civil organizada. Foi constituído um grupo de trabalho para discussão e monitoramento da execução das metas e atividades do plano previstas para 2009 a 2011.

A data de entrega oficial do plano marca os 40 anos do levante, ou batalha de Stonewal, quando no fim dos anos 60, em Nova York, eram frequentes as batidas policiais violentas em busca de indivíduos que não se adequavam ao contexto político-social vigente.

Os gays eram alvos desta perseguição e extorsão sem motivos explícitos ou justificáveis. No dia 28 de junho de 1969, porém, frequentadores do Stonewall In, um bar no Village, em Nova York, insatisfeitos com a situação e revoltados com a prisão de algumas travestis e funcionários do bar, resolveram enfrentar os policiais fisicamente, ganhando espaço na mídia, com adesão, nos dois dias subseqüentes, de mais pessoas no confronto contra a polícia.

Segundo o chefe do Núcleo de Controle da Aids/DF, Ricardo Azevedo, o mês de junho ficou marcado pelas manifestações de orgulho LGBT, época em que ocorrem algumas das paradas com temas relacionados a esta causa ao redor do mundo.
Em 2008, o Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde (PN-DST-Aids/MS) apresentou publicamente o Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e outras DST entre Gays, outros Homens que Fazem Sexo com outros Homens (HSH) e Travestis.

“A construção deste plano nacional levou em consideração as diretrizes do Programa Brasil sem Homofobia e contribuições da sociedade civil, profissionais e gestores, incluindo consulta pública através da internet”, explicou Ricardo.

Secretaria de Estado de Saúde - http://www.saude.df.gov.br/

 

Elos - Grupo em defesa dos direitos e cidadania

de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) do Distrito Federal.

 Twitter: www.twitter.com/eloslgbt
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